sexta-feira, 23 de abril de 2010

Primeiro vídeo do You Tube faz 5 anos hoje


Hoje faz cinco anos que o primeiro vídeo do You Tube foi colocado no que hoje é o maior banco de vídeos da Internet.                                                         
O domínio do mais famoso site de exibição de vídeos foi registrado em 15 de fevereiro de 2005. O primeiro vídeo, no entanto, só foi colocado no site em 23 de abril de 2005, indo ao ar apenas em junho do mesmo ano, ainda em versão experimental.                                                                                            
Hoje faz aniversário:                                                                   
    O lançamento oficial do site foi ocorrer somente em novembro do mesmo ano.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Bancos de Imagens Digitais


Os bancos de imagens digitais são repositórios de imagens disponíveis on line, que podem ser pagos ou gratuitos. Para que essas imagens possam ser recuperadas, devem passar por um processo de indexação, ou seja, é preciso descrevê-la e representá-la com termos. Em geral os bancos de imagens são organizados por categorias de imagens, como por exemplo: pessoas, animais, paisagens, flores, arquitetura, etc. Em alguns casos é possível fazer uma busca booleana através dos sistemas de busca dos bancos de imagens.

 
Com a imensa produção de imagens digitais, característica da sociedade atual, estes bancos de imagens ganham importância como repositórios da memória da humanidade, tornando-se relevantes fontes de pesquisa. O crescimento dos bancos de imagens pode ser percebido tanto pelo aumento do número de imagens digitais disponíveis on line, quanto pelo aumento do número de usuários dos bancos de imagens.

 
Os bancos de imagens podem ser repositórios da memória de determinada instituição ou de determinada área do conhecimento. Há também as agências de notícias que disponibilizam o acervo fotográfico produzido pelos jornais. No Brasil, a mais importante é a D. A. Press – Agência dos Diários Associados, que tem um acervo de 50 milhões de imagens produzido ao longo de 85 anos. São associados a ela 14 jornais que produzem diariamente 2.000 fotos, registrando temas do cotidiano brasileiro e contribuindo para a preservação da memória jornalística. As imagens são comercializadas para utilização, mas podem ser visualizadas sem restrições, sendo assim importante e acessível fonte de pesquisa, considerando-se que a imagem fotográfica é uma poderosa fonte de informação.

 
Existem também os bancos de imagens gratuitos que disponibilizam as imagens livres de direitos autorais. As imagens contidas nestes repositórios podem ser usadas livremente, podendo ser copiadas e publicadas em blogs ou sites pessoais.
Alguns bancos de imagens digitais gratuitos: Stockvault, Everystockphoto, Stock.XCHNG. No Brasil, temos a Agência Brasil e a Agência Senado, bancos de imagens governamentais, que disponibilizam imagens gratuitamente, desde que citada a fonte. O mais interessante é que as imagens são atualizadas diariamente, os repórteres fotográficos chegam a produzir 100 imagens por dia.

Comunidade indígena em comemoração ao dia do índio, hoje, 19 de abril - Raposa Serra do Sol – Roraima.
Fonte: Agência Brasil.

domingo, 11 de abril de 2010

Fotografia: a câmara clara


“Para mim, o barulho do Tempo não é triste: gosto dos sinos, dos relógios – e lembro-me de que originalmente o material fotográfico dependia das técnicas da marcenaria e da mecânica de precisão: as máquinas, no fundo, eram relógios de ver, e talvez em mim alguém muito antigo ainda ouça na máquina fotográfica o ruído vivo da madeira.” Roland Barthes

A fotografia é um universo imenso. Sob que abordagem falar da fotografia? Podemos falar da história da fotografia, da fotografia como suporte, como técnica, como materiais (química, física) utilizados ao longo de sua trajetória. Podemos abordar a evolução da fotografia: a fotografia analógica e digital. Podemos pensar na questão do armazenamento e da preservação de acervos fotográficos, na tarefa de fazer a representação temática e descritiva de fotografias. Na fotografia como informação. É arte? Não é arte? Há questões éticas, o fotojornalismo, enfim, as possibilidades de abordagem são muitas. Para Roland Barthes (1984), “(...) a Fotografia se esquiva.”. Segundo o autor, é difícil saber qual o traço essencial que distingue a Fotografia da comunidade de imagens, ele “não estava certo de que a Fotografia existisse, de que ela dispusesse de um ‘gênio’ próprio.” (BARTHES, p. 12, 1984). Vamos abordar, então, parte da visão deste autor, escritor, sociólogo, crítico literário, semiólogo e filósofo francês, sobre a fotografia.

Vídeo com pequena biografia de Roland Barthes (1915-1980):

 
Para o autor, a fotografia é inclassificável, pois todas as divisões às quais é submetida são exteriores a ela: fotografias profissionais ou amadoras; classificações retóricas (paisagens, objetos, retratos, nus); ou classificações estéticas (realismo, pictorialismo). “A Fotografia pertence a uma classe de objetos folhados cujas duas folhas não podem ser separadas sem destruí-los: a vidraça e a paisagem (...)” (BARTHES, p. 15, 1984). A fotografia sempre traz consigo o seu referente, isto é, o objeto fotografado. A foto é sempre invisível, pois não é ela que vemos e sim o objeto fotografado.

Na tentativa de apreender a essência da fotografia, Barthes decidiu tomar como guia de sua análise a atração que ele mesmo sentia por determinadas fotos, a “(...) agitação interior, uma festa, um trabalho também, a pressão do indizível que quer se dizer.” (BARTHES, p. 35, 1984). Assim, nomeou dois elementos que percebia ao olhar fotografias diversas:

O primeiro, visivelmente, é uma vastidão, ele tem a extensão de um campo, que percebo com bastante familiaridade em função de meu saber, de minha cultura; esse campo pode ser mais ou menos estilizado, mais ou menos bem sucedido, segundo a arte ou a oportunidade do fotógrafo, mas remete sempre a uma informação clássica: a insurreição, a Nicarágua, e todos os signos de uma e de outra: combatentes pobres, em trajes civis, ruas em ruína, mortos, dores, o sol e os pesados olhos índios. Desse campo são feitas milhares de fotos, e por essas fotos posso, certamente, ter uma espécie de interesse geral, às vezes emocionado, mas cuja emoção passa pelo revezamento judicioso de uma cultura moral e política. O que experimento em relação a essas fotos tem a ver com um afeto médio, quase como um amestramento.” (BARTHES, p. 45, 1984).

Para exprimir essa espécie de interesse humano, Barthes não encontrou nenhuma palavra em francês, mas sim em latim: studium. Para o segundo elemento, encontrou outra palavra em latim: punctum. Esse segundo elemento, diferentemente do primeiro, parte da cena da fotografia, é um pequeno detalhe que toca o espectador de forma pungente e que faz com que ele goste realmente de determinada foto. O studium seria da ordem do “to like” e o punctum da ordem do “to love”, segundo o autor. (BARTHES, 1984).

Este segundo vídeo explica os dois conceitos:



E um terceiro vídeo Studium and Punctum mostra algumas fotografias e a descrição do que seria o punctum de cada uma delas para o autor do vídeo, claro. Pois se o punctum é algo que toca o espectador, não necessariamente será o mesmo para diferentes espectadores e somente haverá esse punctum em determinadas fotografias, sendo as demais da ordem do studium.


Referências:

BARTHES, Roland. A câmara clara: nota sobre a fotografia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.


quarta-feira, 31 de março de 2010

Blogs para avaliação

Como mencionado no último post “Critérios para avaliação de blogs”, vamos colocar em prática o questionário desenvolvido e avaliar três blogs cujo assunto é a Ciência da Informação: “web librarian”, “Museu do Cinema” e “Blogotecárias”. Para que a avaliação ficasse mais clara e menos subjetiva, os critérios de avaliação foram colocados em uma tabela e as respostas possíveis são: “sim”, “em parte” e “não”. Para cada resposta foram atribuídos os valores “1”, “0,5” e “0”, respectivamente, somando um total de dez pontos, caso todas as respostas fossem “sim”.

Sim: 1
Em parte: 0,5
Não: 0


Tabela para avaliação de blogs


Critérios de avaliação
Blogs avaliados
web librarian
Museu do Cinema
Blogotecárias
1 Autoridade: o autor do blog é facilmente identificável?
1
0
0
2 Objetivos: a que o autor se propõe, qual a finalidade do blog ter sido criado?
1
0,5
0
3 Atualização: qual a freqüência com que as informações são atualizadas, qual é a data da última publicação?
1
1
0
4 Conteúdo: o conteúdo do blog é pertinente aos objetivos propostos? Os assuntos são tratados com profundidade?
1
1
0,5
5 Precisão: os assuntos abordados são devidamente referenciados?
0,5
0,5
0,5
6 Originalidade: os textos são originais ou as informações são somente linkadas de outros recursos da Internet?
1
1
0,5
7 Escrita: a correção ortográfica e gramatical é observada nos textos postados?
1
1
1
8 Acesso: a informação é facilmente encontrada? O blog tem um sistema de busca, tag cloud, sistema de arquivamento visível?
1
0,5
0,5
9 Links: existem links para outros recursos pertinentes ao assunto que está sendo tratado?
1
1
0,5
10 Leiaute: o leiaute do blog é agradável, a navegação flui facilmente?
1
1
1

Total de pontos obtidos

9,5
7,5
4,5

O blog tomado como parâmetro foi o “web librarian” porque é o mais completo, obtendo respostas afirmativas em todos os itens propostos. Possui um leiaute agradável, links para outros recursos, o autor está identificado claramente. O acesso às informações é feito de diversas formas, é possível navegar por assunto, por tags, por postagens mais recentes e por índice de artigos mensais. São apresentados 10 posts por página de forma resumida, tendo-se que clicar em cada post para ver o texto completo, o que facilita a rolagem pela página. É atualizado frequentemente, a última postagem foi feita em 30/03/2010. Os conteúdos são relevantes, originais, referenciados e bem escritos, obtendo uma soma de 9,5 pontos no questionário aplicado.

O blog “Museu do Cinema” traz grande quantidade de informação, atualizada constantemente: a última postagem foi feita em 31/03/2010. Os objetivos não são expressos claramente, mas eu considerei “em parte” porque o nome do blog e o conteúdo já deixam claro do que se trata. Os conteúdos são relevantes e bem escritos, linkados com outros recursos. O acesso é feito pelo arquivo mensal, não há sistema de busca, por isso considerei “em parte”, já que não é tão fácil encontrar determinada informação pelo arquivo cronológico. Não é possível saber quem são os autores do blog, obtendo uma soma de 7,5 no questionário aplicado.

Por fim, o blog “Blogotecárias”, que é bastante amador. Não há identificação de autoria, embora apareça o nome de uma pessoa num vídeo do “Programa do Jô”, não se tem certeza de que se trata da autora do blog. Não há links nem sistema de busca, somente o arquivamento mensal. O objetivo do blog não é claro, os conteúdos até podem ser considerados interessantes, mas não são consistentes, variando muito de temática. Não há atualização: a última postagem foi em agosto de 2009 e a anterior em abril de 2009, obtendo somente 4,5 pontos no questionário aplicado.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Critérios para avaliação de blogs

Com o avanço das novas tecnologias de informação e comunicação (NTIC’s), a quantidade de informação digital aumentou, mas não necessariamente a qualidade. A facilidade de criar um blog, por exemplo, faz com que todo tipo de conteúdo seja facilmente publicado na Internet, sem que com isso tenha-se garantia de qualidade. Assim, é importante que se saiba separar a informação confiável do resto.

Em geral, quando acessamos um blog ou site pela primeira vez, quase de imediato já formamos nossa “opinião” através da visão geral que se tem do leiaute, do assunto tratado – se é ou não de nosso interesse – e, talvez principalmente, pelo estilo da escrita do autor. Isso basta para termos uma “opinião” sobre o blog ou site. Porém, sabemos que opinião é conjectura, não passa de uma idéia confusa a cerca da realidade, muito diferente da observação metódica.

Para que possamos fazer uma avaliação confiável da informação publicada, é preciso que tenhamos critérios bem definidos. A partir de critérios de avaliação estudados por diversos autores, elegi os dez que considerei mais importantes por se repetirem. A seguir, vamos definir cada critério, na forma de um questionário, para que se possa aplicá-lo.

1 Autoridade: o autor do blog é facilmente identificável?

2 Objetivos: a que o autor se propõe, qual a finalidade do blog ter sido criado?

3 Atualização: qual a freqüência com que as informações são atualizadas, qual é a data da última publicação?

4 Conteúdo: o conteúdo do blog é pertinente aos objetivos propostos? Os assuntos são tratados com profundidade?

5 Precisão: os assuntos abordados são devidamente referenciados?

6 Originalidade: os textos são originais ou as informações são somente linkadas de outros recursos da Internet?

7 Escrita: a correção ortográfica e gramatical é observada nos textos postados?

8 Acesso: a informação é facilmente encontrada? O blog tem um sistema de busca, tag cloud, sistema de arquivamento visível?

9 Links: existem links para outros recursos pertinentes ao assunto que está sendo tratado?

10 Leiaute: o leiaute do blog é agradável, a navegação flui facilmente?

No próximo, post, "Blogs para avaliação", faremos a avaliação de três blogs aplicando os critérios acima descritos.

Veja apresentação de Luísa Alvin, professora nas Universidades do Porto e do Minho, em Portugal, sobre o tema em: "Avaliação da qualidade de blogues"


Referências

ALVIM, L. A Avaliação da Qualidade de Blogues. Disponível em: http://badinfo.apbad.pt/Congresso9/COM105.pdf. Acesso em: 28 mar. 2010.

JIMÉNEZ HIDALGO, S.; SALVADOR BRUNA, J. Evaluación formal de blogs con contenidos académicos y de investigación en el área de documentación. In: El profesional de la información. Madrid, v. 16, n. 2, mar./abr 2007. p. 114-122. Disponível em: http://digital.csic.es/handle/10261/4419 . Acesso em: 28 mar. 2010.

TOMAÉL, M. I. et al. Avaliação de fontes de informação na Internet: Critérios de Qualidade. Informação & Sociedade, João Pessoa, v. 11, n. 2, p. 13-35, 2001. Disponível em: http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/293/216. Acesso em: 28 mar. 2010.

domingo, 28 de março de 2010

Pequeno histórico do Blog

Primeiramente achei que não fosse preciso falar de dados históricos de blogs porque todos os colegas da disciplina, assim como eu, leram e releram artigos diversos que mencionavam esses dados, logo, todo mundo já sabia, ficaria repetitivo comentar. Mas em seguida me dei conta de que estamos numa “mídia digital”, ou seja, os posts escritos aqui podem ser lidos por qualquer internauta, então, achei que seria válido fazer um post contendo um histórico do blog. Pra não ficar chato pra quem já sabe, ao invés de ficar repetindo os fatos já conhecidos, resolvi convidar um personagem muito importante na história dos blogs pra falar sobre isso, então, chamei o “Blog Primitivo” pra contar a sua história. Com vocês, o Blog.

“E ae galera, tudo bem? Vô contar pra vocês, tipo, um pouco da minha vida: eu nasci em 1993, mas meu pai, Jorn Barger, me deu o nome de Weblog somente em 1997. Em 1999, um tio muito brincalhão, Peter Merholz, quis fazer uma contração do meu nome com we blog (nós blogamos) e me apelidou de Blog, bem mais legal, e pegou mesmo. Hoje tenho 17 anos, sucesso, tô bombando, todo mundo me conhece, o que é legal pra um adolescente como eu. Tenho tantos amigos que a gente forma a blogosfera, é uma vibe nossa! Isso tudo graças aos blogueiros, que são as pessoas que escrevem os blogs e aos leitores de blogs. Dizem por aí que isso tudo é a Web 2.0, construída pelo usuário, é a sociedade da informação, eu ainda não sei bem, não decidi ainda o que vou fazer no vestibular, mas depois eu vejo. A gente pode tratar de todo tipo de assunto, a galera fica até criando umas classificações aí pra gente, é blog referencial, tipo publicação eletrônica mesmo, blog experimental, tipo diário, agora tem até motor de busca que “indexa” blog, é o Technorati. A gente fala assim, tipo, post sabe e tem também link pro youtube, pra outros blogs e sites, tem foto, daí a galera que lê deixa comentário. É massa! É isso ae, valew!”

Referências

BARROS, M. A. Blogs e bibliotecários. [S.l.: s.n., s.d.]. Disponível em: http://74.125.155.132/scholar?q=cache:-aUqorWUC18J:scholar.google.com/ Acesso em: 25 mar. 2010.

SOUZA, P. J. et al. A blogosfera: perspectivas e desafios no campo da Ciência da Informação. Cadernos Bad, Lisboa, n. 1, p. 87-137, 2007. Disponível em: https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/7797/1/A%20Blogosfera%20-%20perspectivas%20e%20desafios%20no%20campo%20da%20Ci%C3%AAncia%20da%20Informacao.pdf. Acesso em: 25 mar. 2010.

sábado, 27 de março de 2010

Blog – principal ferramenta da Web 2.0

Vivemos na chamada “sociedade da informação” e é a informação digital a responsável por essa denominação, já que é em função das mídias digitais que se deu a chamada “explosão da informação”, pois a facilidade de produção e transmissão por esse meio é mais ágil e menos burocrática do que através dos suportes tradicionais, sobretudo o papel. A informação agora é produzida “de baixo para cima”, somos todos produtores e consumidores de informação ao mesmo tempo, pois através da Internet, podemos interagir mais facilmente com quem produziu a informação e podemos também produzir, através das inúmeras ferramentas disponíveis. Chamamos esse processo de “Web 2.0”, isto é, a web construída pelo usuário. Isso pode ser feito através de sites de relacionamento, de listas de discussão de assuntos específicos, de comentários sobre produtos em sites de compras, há diversas maneiras, mas a principal ferramenta da Web 2.0 é o blog.

O blog é um site na Internet, uma ferramenta de postagem de conteúdos, de forma simplificada. Qualquer pessoa pode ter um blog, basta escolher um serviço de hospedagem de blogs, na maioria gratuitos, e criar uma conta. Através de um blog podemos tratar dos mais variados assuntos de nosso interesse. As postagens são armazenadas de forma cronológica inversa, a última postagem aparece em primeiro lugar. O mais importante em relação aos blogs é a interação: através da opção “Comentários” o leitor do blog pode dar a sua opinião e contribuir na discussão do assunto tratado no blog.

Sabemos que a informação e a comunicação são intrínsecas, uma não existe sem a outra, logo, para que o processo se efetive, é preciso um emissor e um receptor, além da mensagem. A Web 2.0 facilitou imensamente esse processo, pois o receptor passa a ser também emissor e a construção do conhecimento se torna, assim, muito mais dinâmica. A utilização de blogues proporciona: o compartilhamento de idéias e discussão sobre assuntos de interesse do usuário; a criação de comunidades virtuais e a descentralização do poder da informação – que passa das mídias tradicionais para as mídias digitais.

Assista aos vídeos "O futuro da informação" e "Prometeus - Revolução da mídia"

Referências

BARROS, M. A. Blogs e bibliotecários. [S.l.: s.n., s.d.]. Disponível em: http://74.125.155.132/scholar?q=cache:-aUqorWUC18J:scholar.google.com/ Acesso em: 25 mar. 2010.

SOUZA, P. J. et al. A blogosfera: perspectivas e desafios no campo da Ciência da Informação. Cadernos Bad, Lisboa, n. 1, p. 87-137, 2007. Disponível em: https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/7797/1/A%20Blogosfera%20-%20perspectivas%20e%20desafios%20no%20campo%20da%20Ci%C3%AAncia%20da%20Informacao.pdf. Acesso em: 25 mar. 2010.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Bem vindos ao In-fólio Digital


Neste primeiro post vou apresentar o blog e o motivo dele existir. Foi criado para a disciplina “Informação em Mídias Digitais”, da Faculdade de Biblioteconomia da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), ministrada à distância (EAD) pela Profa. Dra. Helen Beatriz Frota Rozados, onde a proposta é discutir as mídias digitais através de uma mídia digital, ou seja, o blog. Cada aluno da disciplina deve criar seu blog e postar artigos referentes ao conteúdo do programa. É através do conteúdo postado nos blogs que a avaliação será feita.
Isto não quer dizer que ele deva se extinguir ao final do semestre, pelo contrário: vida longa ao blog recém criado!
Aos interessados em Ciência da Informação e mídias digitais, sejam bem vindos ao In-fólio Digital, boa leitura e deixem seus comentários.